quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Festival Bandas de Cá apresenta “Encontro de Bandas”

Será realizado também o "1˚ Concurso de Arranjos para Bandas Tradicionais de Música”
Nos meses de outubro e novembro em sete cidades (Ouro Preto, Barão de Cocais, Tiradentes, Diamantina, Juiz de Fora, São Lourenço e São João Del Rei), vão ser realizados dois belos e oportunos festivais voltados para o resgate das tradicionais bandas do interior de Minas Gerais. Intitulado Bandas de Cá, o evento acontece simultaneamente em duas vertentes.

A primeira é um super Encontro de Bandas, que acontecerá dentro de uma intensa programação cultural, com apresentação de bandas de talento, com o objetivo de premiar artistas, promover intercâmbio do tradicional com outras manifestações artísticas e potencializar a formação de platéias para valorização da autoestima e da própria arte.

O 1˚ Concurso de Arranjos para Bandas Tradicionais de Música tem como objetivo valorizar a música das bandas tradicionais, seus compositores e arranjadores, contribuindo com o repertório nacional das bandas de música, além de promover a diversificação, o acesso à cultura e a salvaguarda do patrimônio musical tradicional brasileiro.

Promovido pelo Cerem – Centro de Referência musicológica José Maria Neves de São João Del Rei, a realização é assinada pelo SESI MINAS.

No concurso poderão participar músicos de qualquer região do Brasil. As inscrições gratuitas serão aceitas somente as que apresentarem trabalho no âmbito da música brasileira, de temática livre, na modalidade arranjo musical, isto é, adaptação de uma composição musical para a execução por um grupo específico de vozes ou instrumentos musicais, neste caso, as bandas tradicionais de música. Geralmente compostas pelos instrumentos: Flautim, Requinta Mib, Clarinetas, saxofones, trompas, trompetes, trombones, bombardino, tubas e percussão.

O Festival Bandas de Cá foi dividido em sete etapas, cinco eliminatórias (11/10 a 08/11), uma semifinal (15/11) e uma grande final 29/11.

Ouro Preto
Data: 11 de Outubro
Local: Praça Tiradentes

Barão de Cocais
Data: 18 de Outubro
Local: Praça Monsenhor Gerardo (Praça da Matriz)

Tiradentes
Data: 25 de Outubro
Local: Largo das Forras

Diamantina
Data: 01 de Novembro
Local: Guaicuí

Juiz de Fora
Data: 08 de Novembro
Local: Parque Halfeld

São Lourenço
Data: 15 de Novembro
Local: Praça Vital Brasil

São João del-Rei - Encerramento
Data: 29 de Novembro
Local: Av. Presidente Tancredo Neves de Almeida

Resgate cutural das bandas tradicionais mineiras

Uma Mina de Bandas
O estado de Minas Gerais possui, hoje, cerca de mil agremiações de bandas de música tradicionais. Valiosas relíquias que permanecem anônimas, como tesouros escondidos no fundo do baú. A imagem é semelhante a de um instrumento muito raro, esquecido em sua caixa.

Do Circuito Guimarães Rosa ao Circuito Estrada Real. Do norte ao sul de Minas. Da Cordisburgo de João à Itabira de Drummond, a poesia, a arte, a música são tão naturais quanto o sertão, o cerrado ou a serra. O estado com mais municípios do país é também o estado com maior número de bandas tradicionais. Entretanto, apenas uma parcela muito pequena desse acervo alcança o reconhecimento. A grande maioria se encontra no ostracismo, sem dialogar com o público além de sua região nem com a contemporaneidade.

Bandas de cá
O projeto será apresentado em sete etapas, sendo seis eliminatórias, uma semi-final e uma grande final.

Cinco eliminatórias
Para esse momento, foram selecionadas cinco cidades representantes de pólos de produção artística no segmento - Ouro Preto, Barão de Cocais, Tiradentes, Diamantina e Juiz de Fora, para a promoção de um dia inteiro de festividades, sempre aos domingos.

Em cada uma delas, doze bandas, selecionadas pelo CEREM - Centro de Referência Musicológica José Maria Neves de São João Del Rei, irão apresentar em praça pública, num palco-coreto. Tais bandas receberão um incentivo, no valor de R$ 3.000,00 (três mil reais) para investirem no próprio trabalho profissional. Na ocasião, serão executados três arranjos, de um total de 15 pré-selecionados, que concorrerão ao prêmio final dos três melhores arranjos do concurso. Dessa forma, serão avaliados por um júri legítimo, artisticamente qualificado, os melhores arranjos.

Etapa semifinal - Na etapa semi-final três dos cinco melhores arranjos selecionados nas eliminatórias serão escolhidos para a Grande Final.

Grande final - O primeiro, segundo e terceiro lugares serão escolhidos na grande final.

O Evento
A abertura do evento em cada município será marcada por um grande desfile tendo à frente um carro antigo (uma “jardineira” de 1918), levando em seu interior a Banda Curió de Minas, sob a regência do Maestro Teófilo Helvécio, bem como um boneco representante do músico homenageado do Projeto, o compositor mineiro Ary Barroso.

Ao final da apresentação do concurso de arranjos, a Cia Navegantes de Teatro de Bonecos, sob a direção de Catin Nardi, fará uma apresentação do seu mais novo espetáculo: O Bloconeco - os bonecos gigantes anões de Catin Nardi e sua Banda.

Em torno da praça, haverá ainda uma exposição cenográfica itinerante, composta de músicos, instrumentos e curiosidades sobre a história das bandas tradicionais, além de uma exposição fotográfica, composta de 30 banners, sobre os melhores momentos de uma das etapas anteriores.

Final - A final acontecerá na cidade de São João del Rei. 

Para o Concurso, as inscrições podem ser feitas até o dia 30 de setembro.
O edital e ficha de inscrição estão no site: http://www.artbhz.com.br/

(Fonte: Site Ouro Preto World, o informativo cultural de Ouro Preto. http://www.ouropreto-ourtoworld.jor.br/ )

Festival de Dança vai agitar Ouro Fino

A cidade do sul mineiro, Ouro Fino, conhecida como "terra do Menino da Porteira" (Sérgio Reis), se prepara para um grande acontecimento cultural qua vai agitar os amantes da dança, profissionais e amadores. Nos dias 20 e 21 de novembro será realizado o primeiro festival de dança de Ouro Fino, promovido pela Open House Comunicação e Celltec em parceria com a Coordenação de Cultura de Ouro Fino.

O Ouro Dance Festival tem como objetivo resgatar e divulgar as manifestações da cultura através da dança, valorizando sua arte e também criar oportunidades para a revelação e desenvolvimento de novos talentos, bem como a troca de experiências entre os grupos e academias de dança de todos os estados.

As inscrições serão aceitas nas modalidades jazz, street dance, dança moderna, dança contemporânea, dança de salão e axé de rua. Os grupos e academias poderão inscrever-se nas categorias infantil (de 9 a 13 anos), juvenil (de 14 a 17 anos) e adulto (acima de 17 anos), observando que para os conjuntos haverá tolerância de 20% de elementos com idade superior ou inferior à categoria na qual o grupo está competindo.

A comissão julgadora será composta por três jurados previamente selecionados do meio artístico que irá avaliar os seguintes quesitos: técnica (10 pontos), musicalidade (5 pontos), desempenho (10 pontos) e figurino (5 pontos), somando o total de 30 pontos.

Os resultados serão divulgados no dia 21 de novembro, sendo que os participantes serão informados da necessidade ou não de se reapresentarem.

A premiação será entregue no mesmo dia e todos os participantes receberão certificados de participação nominal, no prazo de 15 dias após o encerramento do evento, via correios e endereçados aos diretores de cada grupo. Além de troféus, os primeiros colocados receberão prêmios em dinheiro. Para o primeiro colocado R$ 500,00; para o segundo R$ 300,00; e para o terceiro, R$ 200,00.

Os interessados em participar do evento, poderão se inscrever através de fax enviado para a Associação Comercial, Industrial e Agrícola de Ouro Fino (ACIAOF), pelo telefone (35) 441-2744, juntamente com a ficha de inscrição, relação de integrantes do grupo e comprovante de depósito, pois no ato da inscrição deverá ser recolhido o valor correspondente a cada categoria: conjunto: R$ 10,00 por integrante, para cada coreografia e R$ 15,00 por integrante para duas coreografias ou mais; dança de salão: R$ 40,00 por casal/individual e R$ 20,00 por casal/grupo de no mínimo 3 casais.

Maiores informações podem ser obtidas pelos telefones (0xx35) 441-2744 ou 423-8010.

(Fonte: Ouro Fino onLine, o jornal virtual de Ouro Fino http://www.angelfire.com/ar/ourofinoonline - em 09.09.2010)

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Festas e rituais populares de Minas

Nas festas populares de Minas tudo pode acontecer em nome da descontração e lazer. Algumas são encontros sociais - como os do habitante ausente -, encontros comunitários e comemorativos - como as festas da colheita. Nessas festas, cada comunidade exalta sua memória histórica, seus valores, suas características e usa modos peculiares de se manifestar e de receber os visitantes.

Barbacena, por exemplo, realiza a Festa das Rosas; Ibertioga, o Festival do Carro de Boi; Alpercata, a Festa do Quiabo; Sabará, o Festival da Jabuticaba; em Ouro Preto, Mariana, Ritápolis, São João del Rei e Diamantina, o Carnaval difere com seus blocos típicos regionais Também em Pirapora, o Carnaval correu fama pelo Brasil. Em Patos de Minas, acontece a Festa do Milho; em Uberaba é realizada anualmente a festa do Zebu, na exposição internacional do gado Zebu.

Os calendários de eventos de Minas ainda incluem entre suas festas populares as feiras de artesanato e culinária típica, festas da Cumeeira (quando se termina de construir a casa), festivais de música e exposições agropecuárias. Os aspectos mais exóticos dos festejos abordam com propriedade a sua origem, ou seja, o processo histórico da região e o aspecto devocional ao santo que a inspirou.

Não há festas folclóricas e sim manifestações folclóricas. Por exemplo, não existe a festa de Folia de Reis e sim a Festa dos Santos Reis, durante a qual a Folia de Reis é uma manifestação folclórica. Não existe a festa de Congado, mas sim a Festa de Nossa Senhora do Rosário ou a de São Benedito, durante as quais as Guardas de Congado, autênticas manifestações folclóricas, têm constante atuação.

As festas e rituais religiosos do Candomblé e da Umbanda, por discriminação, preconceito, ou até por ignorância, são consideradas pelos expectadores simples manifestações folclóricas. Na verdade, são festas com rituais ensinados por essas religiões de origem negra e que são tão importantes quanto às realizadas pela Igreja Católica ou por outras filosofias orientais.

Em Ritápolis

Em Ritápolis, a tão conhecida festa do dia 22 de maio se refere ao dia de Santa Rita de Cássia, padroeira da cidade. Essa festividade é conhecida em diferentes estados e comemorada também nas regiões. Antigamente, no momento da preparação, as mães mandavam fazer roupas novas, levar a família à igreja para novenas e missas até o esperado dia 22 de maio, com a presença de barraquinhas, muitas guloseimas, a igreja e as ruas enfeitadas pela população, visitas de pessoas de fora da cidade, parentes de longe que não deixavam de participar.

(Fonte: Ritápolis.com, por Uillas Vieira em Festas Mineiras - http://www.ritapolis.com/)

São Domingos do Prata recebeu "Estação Cinema"

Filme "Menino da Porteira" foi exibido em praça, no Cerâmica

Pratianos receberam, na última sexta, dia 3 de setembro, o projeto cultural “Estação Cinema”, com a exibição gratuita do filme nacional “Menino da Porteira”. O evento aconteceu na praça do bairro Cerâmica, que recebeu 400 cadeiras para atender ao público.

O “Estação Cinema” tem como principal objetivo valorizar e difundir o cinema brasileiro. De acordo com a secretária de cultura, Suelem Assis Mendes, o projeto é o resultado de uma parceria firmada com a AZ Produções e Artes e conta com o patrocínio da Usiminas, além do apoio do Instituto Cultural Usiminas. “A casa de cultura Chiquito Moraes acredita que este projeto é muito importante pelo seu impacto sociocultural na população. Muitos dos presentes (no dia) nunca tiveram a oportunidade de ir ao cinema”, afirma.

Cidades contempladas

O projeto “Estação Cinema” continuou com a seguinte programação: dia 04 de setembro (Santa Maria de Itabira), dia 06 de setembro (Ferros), dia 07 de setembro (Dores de Guanhães), dia 08 de setembro Açucena, dia 09 de setembro (Belo Oriente) e encerra-se no dia 10 (Periquito). Outras informações no site http://www.estacaocinema.com.br/ ou pelo telefone: 31 9406-2150.


(Fonte: site Brasilocal http://www.brasilocal.com/minas_gerais, por Flávia Henriques, da Regional Monlevade, 03/09/2010)

Poesia de amigo

Conheça dois poemas de Geraldo Tonini Júnior, publicado no portal de Antonio Miranda.

DE RUAS E CORAÇÕES

Meu coração é um pivete
Vivendo a vagar pela rua
E sob a lua alia ao bando
De mil outros peles nuas
Vaga, vaga, gira, gira
E acaba só, numa cafua

A cidade, magia, é luz
Seduz, atrai e abomina
O coração pivete e a alma menina
Que vagam, vagam seminus
E se acabam, ao fim da noite
Pregados juntos na mesma cruz

E assim vai meu coração
Crescendo, virando gente
E nem tanto marginal, senão
Tampouco um indigente
Nos braços da solidão, vai
No meio de tantos, ausente.

(Belo Horizonte, 16/09/87)


VÔ MALAQUIAS

Meu avô foi um vaqueiro
Sisudo como se soe
Do gibão roto da vida
Tirava casos mateiros
Coragem, sabedoria
E com silêncio indigente
Nele guardava penseiro
Parcas dores e saudades
Decerto incertos amores
Solidão e mui janeiros

O seu nome, Malaquias
Também Pereira da Costa
Conhecido por “Coqueiro”
Mescla altaneira de peles
Rostos, sangues e destinos
Que cavalgava inzoneiro
A solidão de hibernada
Do coração de vovó
Luz de lua ou candeeiro
Caminhos de gado e pó

Meu avô foi garimpeiro
Buscava em leito de rio
Migalhas de ouro esparsas
Esperanças de tropeiro
Arroz, ouro em pó, areia
Brincando de roda e pique
Na bateia, e num voleio
Jaz reluzente no fundo
A alegria singela
De coração de rancheiro

Brilhavam pepitas no lenço
Como o olhar daquela gente
Que brilhava o tempo inteiro
Naqueles tempos folgados
Daquele lugar arredio
E retornando ao arreio
Cavalgava manso a estrada
Trazendo contos, tesouros
Tal e qual mouro guerreiro
Que à pátria retornava

Meu avô, tudo e ninguém
Foi canivete, arreio
Gibão, poeira, berrante
Tropa, bateia, vintém
Lua, sol e candeeiro
Cheiro de mato, coragem
E no seu porte altaneiro
Foi meu espelho também.

Geraldo Tonini Júnior, meu amigo e irmão de fé e de infância, nasceu em Araguari-MG, e vive na Bahia. Filho de Geraldo Tonini e D. Amália, irmão de Maria Stela, Delba, Zélia e Maria Amália e casado com Regina, formou-se geólogo pela Universidade Federal de Ouro Preto e hoje está a serviço da Petrobrás. Segundo consta no site de Antonio Miranda http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_brasis/bahia/geraldo_tonini.html, Geraldo Tonini Jr estreou em livro em 2004 em obra coletiva – Pórtico – Antologia Poética II, organizada por Goulart Gomes: Pórtico Edições. Na opinião do antologista, Geraldo Tonini Júnior “é proprietário de uma poesia madura, bem elaborada, construída tijolo a tijolo (ou palavra a palavra?)”,” (...) com estilo bem delineado, pronto a ser lapidado”.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Cidade mineira de Pains é sede de museu arqueológico

Inaugurado no dia 10 de março de 2010 em Pains-MG, o Museu Arqueológico do Carste do Alto São Francisco (MAC), reúne achados arqueológicos encontrados em oito municípios da região: Pains, Arcos, Formiga, Córrego Fundo, Pimenta, Piumhi, Doresópolis e Iguatama.

Contemplada pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC) por meio de recursos do Edital Mais Museus (edição 2008) a instituição tem o apoio de cientistas e da Prefeitura Municipal de Pains. O MAC guarda um acervo arqueológico pré-histórico reunido em mais de dez anos de pesquisas.

Nele estão expostos artefatos arqueológicos que ajudam a contar a história da ocupação humana regional, que remonta há 12 milênios. Objetos como mapas, fotos, além de imagens de cavernas da região do Alto São Francisco. Tais vestígios e artefatos desempenharam grande papel econômico e cultural até aproximadamente 500 anos atrás e é a partir deles que podemos escrever uma história indígena ainda pouquíssimo conhecida.

Com paisagem dominada pela grande presença de maciços calcários, cavernas e abrigos naturais, a região conhecida como Carste do Alto São Francisco reúne condições bastante favoráveis para a preservação de vestígios de culturas pretéritas. O termo carste denomina fenômenos de dissolução que ocorrem nas rochas calcárias e que dá origem a cavernas, grutas, estalactites, estalagmites, etc.

O museu fica em um casarão do século XIX, restaurado e adaptado para receber o acervo, localizado na Rod. MG-439, nº 1.000, Pains-MG. O MAC está aberto ao público desde o dia 10 de abril, de quarta a domingo, das 14h às 18h. Informações: (37) 3323-5112.

(Fonte: Assessoria de Comunicação do Ibram/MinC, em 13.04.2010)

Pesquisadores descobrem cemitério indígena em MG

Um cemitério indígena foi descoberto por pesquisadores na cidade de Pains, no centro-oeste de Minas Gerais, de acordo com informações da rádio Band News FM mineira.

Localizado em um sítio arqueológico protegido por um abrigo natural, o cemitério tinha três sepulturas que podem ter ente 3 e 8 mil anos, segundo cálculos dos cientistas do MAC (Museu Arqueológico do Carste do Alto São Francisco).

Devido às formações rochosas de calcário, comuns na região, os esqueletos foram mantidos em excelente estado de conservação. Por isso, a reconstituição da fisionomia das pessoas pôde ser feita detalhadamente.

O coordenador da primeira escavação realizada pelo museu e curador do MAC, Gilmar Henrique Pinheiro Júnior, acredita que os cadáveres fazem parte de um ritual de sepultamento triplo.

(Fonte: Rádio Band News FM cidades@eband.com.br , por Helton Simões Gomes, em 05/09/2010)