terça-feira, 22 de junho de 2010

Como fazer o tradicional tutu à mineira

Receita de Minas Gerais

Tempo de preparo: 50 min
Rendimento: 05 porções
Dificuldade: moderada

Ingredientes
400 gr. de feijão preto;
½ kg de lingüiça de porco, frita;
03 dentes de alho amassados;
03 cebolas picadinhas, fritas;
03 cebolas em rodelas;
03 tomates sem peles e sementes;
02 colheres (sopa) de massa de tomate;
5 colheres (sopa) de farinha de mandioca;
05 ovos cozidos; sal a gosto;
cheiro-verde picadinho.

Modo de Preparo
Cozinhe o feijão e tempere-o com os ingredientes, misture pedaços de lingüiça e bata no liqüidificador. Volte a mistura à panela, adicione a farinha de mandioca, mexendo sempre, para não empolar. Passe para uma travessa e coloque os ovos cozidos picados e o cheiro-verde.

(Publicado no portal Receitas Típicas www.receitastipicas.com/receitas/tutu-a-mineira.html
Enviada por: Renan em 29/08/2007)

Cidades do Brasil: a menor e a menos populosa

Em extensão, o menor município brasileiro é Santa Cruz de Minas (MG), com 3 quilômetros quadrados, e em população é Borá (SP), com apenas 804 habitantes.
Para dar uma idéia do que isso significa, imagine, por exemplo, que, se houvesse uma maratona ao redor de Santa Cruz de Minas, os atletas teriam que dar seis voltas sobre o contorno da cidade para completar os 42 quilômetros regulamentares. Dentro do município de São Paulo caberiam praticamente 508 territórios do tamanho de Santa Cruz de Minas. Pelo critério populacional, a comparação é ainda mais impressionante: a população de Borá é quase 13.500 vezes menor do que a de São Paulo. E, para encher o Maracanã, teríamos que juntar os moradores dos 61 municípios menos povoados do país.

(Fonte: mundoestranho.abril.com.br)

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Uberabense "Chorocultura" lança disco

O grupo musical "Chorocultura", nascido há 16 anos em Uberaba, lança no dia 11 de junho (sexta-feira) seu primeiro CD, a partir das 21h, no Mario's Bar, clube Uirapuru.

O grupo é composto por Álvaro Walter, no saxofone alto e tenor; Reynaldo de Vitto, no violão de sete cordas; Fausto Reis, no cavaquinho; José Gilberto Silva, no bandolim; Geraldo Barão, no vocal; e Osmar Baroni, pandeiro. Baroni revela que o disco vem com 20 faixas, com duas eventuais valsas. "O CD está ótimo e bem dividido. Procuramos explorar o choro, principalmente, é claro, e colocamos também duas belas valsas. Nos shows, costumamos tocar valsas, samba e, até, seresta, além do tradicional chorinho", comenta Baroni.

Os destaques vão para Pixinguinha e João Tomé, compositores que integram o CD. "Temos excelentes compositores neste novo material, o que com certeza deu um valor ainda mais especial ao nosso trabalho", ressalta Baroni. "Começamos este trabalho há 15 anos como um hobby, tocávamos simplesmente porque nos trazia alegria, descontração e divertimento. Mas, com o passar do tempo, fomos recebendo convites para tocar em festas, apresentações culturais e, inclusive, fora de Minas Gerais, o que nos despertou o interesse de registrar todo o nosso esforço", conta o pandeirista.

No final do ano, dia 18 de novembro, o grupo musical "Chorocultura" comemora 16 anos de sucesso.

Serviço - Convites à venda e contatos com os integrantes da banda, telefones 3332-2589 ou 3312-8231.
(Jornal de Uberaba - edição de 09/06/2010 - por Renata Vendramini)

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Araguari vira palco de gravação do ator Lima Duarte

Filho do boiadeiro araguarino Antônio José Martins e de uma artista de circo (Circo América), – como também padrasto da atriz Débora Duarte e avô das também atrizes Paloma e Daniela Duarte –, o ator global Lima Duarte esteve em Araguari, numa sexta-feira, 7 de março de 2010, com o objetivo de gravar um comercial de televisão.

Lima Duarte, cujo nome é Ariclenes Venâncio Martins, viu na oportunidade uma forma de entrar em contato com a figura paterna. “Estar aqui na cidade, para mim, é de certa forma encontrar-me com meu pai, com um passado que eu não tive oportunidade de conhecer. Tenho certeza que ele permanece vivo em meu coração e em minhas lembranças, das quais também fará parte Araguari”, disse o ator.

O ator foi a atração
 Após desembarcar em Araguari e ser recebido com todo o carinho pelo público e seus anfitriões, Lima Duarte participou da gravação de um comercial do Grupo Vasconcelos (cerealista), empresa com grande destaque regional e que investe pesado em projetos sociais. O local escolhido para as gravações foi a Casa Pires, um dos estabelecimentos comerciais mais antigos da cidade, situado à rua Padre Anchieta, 180.

Simpático, o ator foi a grande atração na cidade e sua visita atraiu muitos fãs e curiosos, que pararam em frente ao local das gravações para dar uma olhada no que estava acontecendo.

Talita Gonçalves - jornal Gazeta do Triângulo, 7 de março de 2010

Batalhão Mauá, 45 anos de serviços prestados a Araguari e ao Brasil

Às 16h30 do dia 10 de maio de 1965, há 45 anos atrás, na estação ferroviária da Estrada de Ferro de Goiás, soava pelos céus de Araguari o apito do trem que conduzia os integrantes de uma organização militar até então desconhecida pelos araguarinos: o Batalhão Mauá - unidade de elite do Exército Brasileiro que foi transferida para o Triângulo Mineiro, com a incumbência de uma nobre, histórica e importante missão a ser cumprida no Planalto Central: a integração de Brasília, a Capital federal, recentemente inaugurada à época, ao sistema ferroviário nacional.
A estação estava completamente tomada pela população que disputava cada palmo da área livre da majestosa e imponente estação. Gente até “nas tampas”, nas escadarias, nos acessos à plataforma, nos canteiros da praça, nas janelas e nas portas das edificações que ornamentavam o conjunto ferroviário, nos muros, nos postes e até mesmo em árvores. Enormes filas tomavam conta do lugar e o povo espremido nas cordas que delimitavam a área nem se davam conta do “peteco” formado, o que se queria mesmo era acompanhar o desembarque da tropa do Batalhão Mauá. Foi assim o grande alvoroço na espera dos militares e civis tanto anunciados para a comunidade local.

Argumentado na importância social, econômica, política e administrativa da transferência definitiva da Unidade para Araguari, no caráter de interesse nacional de que se revestia a missão do Batalhão Mauá e nas diversas solenidades comemorativas e de recepção programadas pelo Executivo, foi considerada a data, 10 de maio de 1965, como feriado municipal, a partir das 15h, como bem assegurou o Decreto-Lei nº 12/65, daquela data.

Recordamos aqui, as palavras do saudoso e inesquecível Cabo Otto Dilson Dettmer: “o comboio esperado por todos em Araguari naquele dia, saiu da Estação de Mafra, em 6 de maio pela manhã, onde a comunidade riomafrense superlotou aquele local, para as despedidas dos familiares e amigos. Foram quatro dias de viagem, para chegar primeiramente à Estação de Engenheiro Stevenson, por volta das 10 horas da manhã e como a chegada em Araguari estava marcada para as 16 horas, permanecemos acantonados naquele local, aguardando o momento certo de seguir viagem para a entrada triunfal na cidade de Araguari. A chegada em Araguari foi emocionante, calorosa, generosa, enfim, foram momentos indescritíveis.”

Acertara o amigo Otto, “entrada triunfal” sim, pois se encontravam na estação da “Goiás” todas as autoridades políticas, militares e eclesiásticas, professores, alunos, bandas de música, tropa do Tiro de Guerra – TG 57 e representantes dos diversos segmentos da cidade. Enfim, todos juntos, fervorosos e felizes, para saudar a entrada triunfal do Batalhão Mauá em Araguari.

Após calorosas saudações de boas-vindas, dos discursos entusiasmados dos oradores, do desfile vibrante e emocionante que se estendeu pelas principais ruas do município encerrando-se na praça Manoel Bonito, a tropa seguiu destino para o salão paroquial da Igreja da Matriz do Senhor Bom Jesus da Cana Verde, onde se encontrava instalada a Companhia de Comando e Serviço.

O ícone da imprensa araguarina, Odilon Neves, o mais laureado dos radialistas do município – o qual transmitiu o evento naquela oportunidade –, fez questão de dar o seu testemunho: “eu trabalhava na Rádio Cacique, nossa equipe foi para a estação e montamos aquelas cornetas antigas nos postes, na plataforma, em todos os lugares, foi realmente uma epopéia, uma festa que Araguari nunca mais vai ver igual. O Batalhão mudou o panorama de Araguari, se via somente alegria em todos os presentes.”

Disputavam pela sede do Batalhão Mauá, várias cidades, dentre elas: Uberlândia, Pires do Rio e Araguari. Depois de uma empreitada sem fim, com viagens cansativas, visitas constantes aos dois Rios, Rio de Janeiro e Rio Negro no Paraná, intermináveis reuniões e incessantes contatos, a vitória foi da cidade, do seu povo que ofereceu melhores condições, tanto no campo estratégico como na receptividade. Além, é claro, como dever de justiça, há de se destacar a atuação decisiva e imprescindível de um prefeito arrojado da época que contava com apenas 36 anos de idade, jovem e determinado que apostara e acreditara em seus sonhos, os quais traduziam nos sonhos de cada um de nós araguarinos: Miguel Domingos de Oliveira.

Se quisermos saber mais sobre o valor histórico dessa data, basta pesquisar as reminiscências históricas das Organizações do Exército em nossa região, de ontem e de hoje, e veremos que o nosso município sedia nada mais, nada menos que três delas: um Núcleo Preparatório de Oficiais da Reserva, um Centro de Instrução de Engenharia e Construção e um Batalhão de Engenharia de Construção, unidades de grande importância para a formação de jovens oficiais, para o desenvolvimento e progresso não somente da nossa região, mas de diversos estados do território nacional.

Araguari, em 1965, ressentida e sofrida pela transferência da sede da Estrada de Ferro de Goiás para Goiânia, sentiu-se revigorada, esperançosa e confiante com a chegada do Batalhão Mauá. Hoje, transformou-se num grande pólo de instrução de engenharia militar em virtude da estrutura organizacional dessas unidades de engenharia de construção, da capacidade técnico-profissional de seus efetivos, da qualidade de seus trabalhos e de sua mão-de-obra especializada em obras rodoferroviárias espalhada por todo o Brasil, elevando com orgulho e sentimento de patriotismo o nome de Araguari e do Exército Brasileiro para os mais distantes rincões da nação brasileira.

(Edmar César, do jornal Gazeta do Triângulo, postado em 12-05-2010)

quinta-feira, 6 de maio de 2010

A importância de Araguari na história de Brasília

Os 50 anos da fundação de Brasília, capital do país foram celebrados em abril e continuam com ampla programação. A Gazeta do Triângulo, de Araguari, apresentou um encarte especial, onde reflete a visão dos araguarinos sobre a nova perspectiva de estarmos a pouco mais de 400 km da capital federal. As lentes do fotógrafo araguarino Geraldo Vieira, eternizaram as imagens do surgimento da cidade que se tornaria modelo de arquitetura.
Iniciava-se o desbravamento do cerrado do Planalto Central. Junto a máquinas e acampamentos, centenas de araguarinos invadiram as ruas poeirentas, ocupando espaços, trazendo mão- de-obra para a nova capital que surgia no terreno considerado inóspito naquela época. Uma figura se reveste de importância. Não que ele seja araguarino, mas de certa forma, está inserido na história de Araguari e Brasília. Odilon Santos fundou a Viação Araguarina. Vindo de Uberlândia instalou aqui sua empresa de ônibus. Explorou o transporte de passageiros e fazia a ligação rodoviária com muitas cidades de Goiás.
Testemunhas afirmam que a primeira viagem de Kubistchek ao Planalto Central, para conhecer a área onde seria erguida a capital federal, foi feita numa jardineira de Odilon Santos, que se aproximou muito do presidente, e num futuro não distante o ajudaria oferecendo várias concessões, numa região totalmente inexplorada. Tanto é que o primeiro interurbano circulou em janeiro de 1957, entre Goiânia e Brasília, pela Viação Araguarina.

Ronaldo César Borges - Gazeta do Triângulo colunadrops@yahoo.com.br

Pensamento humanista de Chico Xavier

Obras de arte que têm como fonte de inspiração frases extraídas de livros psicografados pelo médium Chico Xavier estão expostas na Biblioteca da Universidade Federal do Triângulo Mineiro, em Uberaba, até o dia 17 de maio. São esculturas, instalações e trabalhos tridimensionais distribuídos em todos os pavimentos do local e que integram a exposição itinerante "Pensamento Humanista de Chico Xavier". As 14 peças foram produzidas pela Associação dos Professores de Arte de Uberaba.

Renata Gomide do Jornal de Uberaba, coluna Bastidores jjura2@terra.com.br  Postado em 06/05/2010